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domingo, 4 de agosto de 2024

SITE SUPORTE PARA O PROJETO DIMENSÃO - PROF MÚCIO MORAIS


ESTE BLOG é o suporte de conteúdos para os clientes do PROJETO DIMENSÃO, também pode ser utilizado e consultado o BLOG DO palestrante MÚCIO MORAIS. CLIQUE NO LINK ABAIXO: blog do palestrante Mucio Morais

O QUE É UM SUPORTE DE CONTEÚDOS?

Atualmente diversos setores educacionais têm utilizado esta ferramenta, ao invés de apostilas, livros, DVDs, etc. Os conteúdos ensinados nas palestras, cursos, formações e workshops, são acessados via blog, assim você pode estudar virtualmente ou se necessário, imprimir ou printar os conteúdos com ou sem imagens. 

CADA OFICINA OU EVENTO PEDAGÓGICO terá seu conteúdo imediatamente publicado no blog, não antes, mas após o evento. Assim você acrescenta às suas anotações somente o que necessitar.

Você pode contratar desde um programa de educação completo com ações para todos os pilares da educação, FUNCIONANDO COMO UM PROJETO DE GOVERNO NA EDUCAÇÃO, com fontes de investimento, dotação orçamentária, estruturas e processos de execução, ou apenas escolher os temas pertinentes ao seu projeto e adaptá-los às suas necessidades.  

O PROJETO DIMENSÃO já foi aplicado em diversas escolas e municípios com resultados extraordinários, mudando de patamar a educação e o comportamento que a cerca. Conquistando profissionais e até mesmo dando seguimento em novas administrações de governo como política de educação. 

ALGUNS DE NOSSOS CLIENTES E PARCEIROS:
Clique no link para ver alguns conteúdos:

LEVE A CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO PARA SEU MUNICÍPIO

quinta-feira, 4 de agosto de 2022

ENFRENTANDO OS GRANDES DESAFIOS DA EDUCAÇÃO - PROGRAMA DE GESTÃO ESCOLAR- MÚCIO MORAIS

 

TENHO UMA PROPOSTA PARA COMBATER ESTES DESAFIOS!

PAIS INDIFERENTES, 

FAMÍLIAS DESESTRUTURADAS, 

ALUNOS SEM BASE DE EDUCAÇÃO FAMILIAR, 

PROFESSORES SEM IDENTIDADE PEDAGÓGICA, 

LIDERANÇAS INOPERANTES, 

PRÁTICAS DOCENTES MONÓTONAS, 

AMBIENTE ESCOLAR ADOECIDO, 

VIOLÊNCIA NA ESCOLA,

DEPRESSÃO DE ALUNOS E PROFESSORES,  

COMUNIDADE AFASTADA E SEM PARTICIPAÇÃO, 

FALTA DE VALORES E PRINCÍPIOS, 

FALTA DE ESPIRITUALIDADE, 

VITIMISMO E IRRESPONSABILIDADE, 

FALSAS EXPECTATIVAS DOS ALUNOS, 

PROFESSORES PERDIDOS,  

FALTA DE OBJETIVOS CLAROS PARA OS ALUNOS E PROFESSORES, 

OS DESAFIOS DA EDUCAÇÃO  jamais foram tão claros, pelo menos no Brasil onde temos uma grande convergência de temas, parece que nossa aticultura chegou no limite, ou mudamos nossa maneira de perceber, viver e projetar a sociedade Brasileira ou morreremos em dois buracos distintos, sendo um com cheiro de pólvora, churrasco e cachaça e o outro com cheiro de politicagem, corrupção e impunidade. 

E NA ESCOLA? ESTAMOS MUDANDO ISSO? 

Temos mais alunos presentes no dia a dia da escola, sim temos, mas que tipo de alunos estamos tendo? Esta é a pergunta! Estamos com um número mais que suficiente de professores e pedagogos em nossas escolas, sim, mas que tipo de Mestres são estes? O que eles representam, em que acreditam, qual a sua identidade pedagógica? Temos algumas atividades rasas para interagir com Pais e Sociedade, verdade, temos sim, mas esta brincadeira "Papai se importa" vindo a escola uma ou duas vezes ao ano para as terríveis festas é o que realmente resolve esta questão? Claro que não! 

Mesmo conhecendo milhares de escolas, projetos pedagógicos e lideranças sérias no Brasil que dá certo, ainda me sinto a vontade em dizer que grande parte da EDUCAÇÃO BRASILEIRA, ESCOLA BRASILEIRA, precisa urgentemente parar de brincar de escolinha e se tornar um meio de transformação pessoal e social, com ações fortes, consistentes e eficazes em todas as áreas que nos afetam. Estamos brincando de "escolinha" enquanto uma geração se dissolve em futilidades e anticultura. Até quando seremos o País da "dancinha e do esculacho?"

Há poucos dias, estava eu em uma escola da periferia, uma linda escola com mais de 3000 alunos, fiz um workshop com os jovens, estavam lá mais de 600 Jovens, muito animador, fiz uma dinâmica sobre coragem para enfrentar a vida, foi um fiasco, quase 90% deles se mostraram com medo de enfrentar a vida, inseguros, desconfiados de sua preparação escolar, enquanto os professores, perdidos, tentavam minimizar e empurrar os alunos para a dinâmica, nada acontecia. Isso não é novo para mim, vejo isso em quase todos os ambientes escolares, contei então uma história sobre um aluno que venceu o medo e hoje é um médico muito bem sucedido, o resultado foi incrível, sensibilizados e identificados com a história, em poucos minutos haviam mais alunos de pé para a dinâmica do que sentados para assistir, eles só precisam de ajuda, apoio e motivação, muitos deles jamais foram sequer amados, sabe o que é isso? Quero oferecer isso a eles.  

TENHO UMA PROPOSTA PARA SEU ESTADO, MUNICÍPIO OU ESCOLA, que tal implementarmos um programa abrangente, que trate de todas estas questões e outras, com seriedade, eficácia e inteligência, que acha de parar de correr dos temas sérios e confrontos por medo e comodismo e realmente fazer a diferença para um número muito maior? Vamos transformar?  

É isso que estou propondo, o desenvolvimento de programas que resolvam e não simplesmente se mostrem presentes em algum relatório burocrático, vamos conversar sobre isso?

SÃO MAIS DE 100 AÇÕES VOLTADAS PARA AS DIVERSAS SOLUÇÕES, DESTE PALESTRAS, FORMAÇÕES, WORKSHOPS ATÉ AÇÕES COMUNITÁRIAS, ESCOLA DO COMPORTAMENTO, ORGANIZAÇÃO DE GRUPOS SOCIAIS, GRUPOS TEMÁTICOS, EMPRESA-ESCOLA, FAMÍLIA-ESCOLA, INTEGRAÇÃO CULTURAL E OUTROS...

MÚCIO MORAIS | FONE-WHATSAPP: 031 99389-7951  | E-MAIL: contato@muciomorais.com

Só a educação pode resolver o Brasil, simples assim, só resolve quem quer resolver!

quinta-feira, 9 de dezembro de 2021

CAPACITAR SEM FORMAR HUMANAMENTE É PERDA DE TEMPO - Múcio Morais

Por muitos anos venho trabalhando na formação de profissionais da educação, com diversos cursos, processos e tecnologias educacionais, trazendo e criando elos entre o que se descobre nas ciências humanas e os processos educacionais, a descoberta de novos modelos de ensino tem deixado estes profissionais entusiasmados e motivados para a missão de ensinar e formar pessoas; Mas percebo ao longo dos anos que estas tecnologias e processos se perdem e em muitos casos os profissionais não estão em condições intelectuais, emocionais e mesmo “morais” para aplicação destes e outros aprendizados.

O que quero dizer com isso? Que as capacitações técnicas são inúteis? SIM, exatamente,
em muitos e muitos casos, percebo os seguintes grupos entre os Professores, Coordenadores, e Gestores:

OS INTERESSADOS: Aqueles profissionais que gostam de aprender, curiosos, instigam positivamente o grupo, inquietos, são criativos e suas aulas não caem na mesmice, podem até ter limites intelectuais, mas se viram, querem fazer bem feito, tem orgulho do que fazem e estão moralmente prontos para receber novos conhecimento e aplica-los, eles acham propósito no que aprendem e estão sempre ansiosos para ver os resultados, já saem da formação com planejamento e direcionamento prontos. As personalidades deste grupo são bem variadas, desde o animado e histérico até o reflexivo e sério.

OS INDIFERENTRES: Aqueles profissionais que não entendem e nem desejam crescimento, apenas estão presentes, assinam a chamada e seguem em frente, acham parte do que foi ensinado absurdo ou de difícil aplicação, demostram uma certa empáfia com o(s) Instrutor(s) e Palestrante(s); São mornos e de pouca iniciativa, perderam a missão, a visão e o propósito, estão cansados, enfarados, enjoados.

OS AGRUPADOS: Aqueles que participam das capacitações em “grupinhos” geralmente tem um influenciador que distrai os demais do conteúdo e do “espírito do conteúdo” dificilmente irão discutir a aplicação das metodologias após o evento, salvo em alguma reunia pedagógica onde forem inquiridos; O entendimento dos propósitos de novos conhecimentos só será aceito se atender alguma dificuldade específica do grupo;

OS INSOLENTES: Revoltados com algum procedimento da Secretaria de Educação, se colocam nas formações como sindicatos, instigam, menosprezam, e, tendo oportunidade tentam demonstrar a insignificância da formação diante do “grande dilema” que estão vivendo, mas quem disse que a educação terão em qualquer tempo um momento sequer sem dilemas? Profissionais assim são apenas “funcionários” não entendem o sentido moral da missão de educar, demonstram insatisfação e despropósito diante do público mais sensível, os alunos.

OS FESTEIROS: Confesso que gosto muito deste grupo, são superficiais, se gabam de seus defeitos, influenciáveis, carismáticos e animados. Sem este grupo nenhuma capacitação será um sucesso total, se bem controlados pelos Instrutores e Palestrantes, fazem a festa, trazem animação e alegria, associam processos e métodos a situações corriqueiras, têm presença de espírito e com algum esforça podem reter e praticar o que aprenderam, alguns demonstram visão do que fazem outros fazem somente porque gostam, mas emoção positiva não falta, sabendo utilizá-los, a educação só tem a ganhar.

Estes grupos não se manifestam somente nos eventos de formação, eles já existem e apenas se agregam, mas o que importa é o nível de aproveitamento que as formações terão, qual o impacto de um novo conhecimento ou uma nova tecnologia de ensino? Temo que nesse ponto tenhamos uma perda enorme, não sei estimar, mas me arriscaria em mais de 50% de perda, sim, nem metade do que foi ensinado é transferido aos alunos. Isso me parece óbvio ao constatar a inércia ou evoluções mínimas e pontuais na aprendizagem.

ONDE ESTÁ O PROBLEMA?

Posso oferecer com base em minha experiência de outros colegas com os quais partilho conhecimento, algumas constatações para responder a esta  questão;

1.      A baixa formação ética e moral de nossos profissionais de educação, entendamos que sem ver propósito no que se coloca diante de alguém, dificilmente esta pessoa irá aprender e processar a prática. Falta entendimento da missão “educar” falta nobreza (que, a despeito de todos os riscos e perigos, age ou pensa desinteressadamente com vistas a servir alguém ou a encarnar um ideal;) A ausência deste valor transforma Professores em empregados e a escola vira somente o quintal de casa.

2.  Os baixos padrões de espiritualidade e entendimento dos processos de vida; (quem não transcende ao que pode ver, não pode ensinar o que não vê, Múcio Morais.).

3.   A incapacidade de lidar com o autoconhecimento e buscar desenvolvimento; (Chega um tempo em que precisamos conhecer melhor o nosso outro lado, o de dentro. É lá que repousam nossas verdades, Simone Marçal.).

4.  A desordem e incapacidade de administrar e manter a própria vida em   equilíbrio; (Eu descobri que sempre tenho escolhas. E muitas vezes, trata-se   apenas de uma atitude.).

5.     A falta de padrões emocionais para lidar com as diversas situações da vida;

6.    A ausência de crenças e valores sólidos; A relatividade baseada em interesse; A moral consiste em fazer prevalecer os instintos simpáticos sobre os impulsos egoístas.

Auguste Comte

7.      Falta de foco e como resultado a falta de excelência;

8.    A falta de revisão nas motivações originais para a escolha do trabalho com a educação;

9.     A manifestação de problemas mentais e emocionais sem a devida atenção;

10.   A falta de prática de desenvolvimento pessoal;

Nesta avaliação básica percebe-se claramente que a questão da conscientização para o desenvolvimento humano norteia todo o processo, entendamos algo de suma importância, formar tecnicamente é simples, basta insistir, monitorar, praticar, mas formar humanamente é muito mais desafiador. Não adianta formar tecnicamente se não existe combustível moral, espiritual e intelectual para que exista congruência na prática docente em todos os seus aspectos dentro de fora de sala de aula. Formar sem preparar humanamente é investimento prejudicado, sem preparar devidamente a forma colocando a massa precipitadamente o bolo vai agarrar ao funcho e queimar, é assim que percebo o processo de desenvolvimento da equipe de educação.

Minha atuação é humana basicamente, embora tenhamos formações voltadas para a neuroeducação, passo seguinte à preparação humana, sugiro um programa de desenvolvimento pessoal, um trabalho na mudança de visão e comportamento, este processo deve ter uma duração razoável, não basta uma palestra um uma formação de poucas horas, é necessário tempo e acompanhamento.

Este processo trará propósito às atualizações e formações técnico-pedagógicas, fazendo com que sejam incorporadas e aplicadas com coração e método.

Outra sugestão é que esse programa seja estendido aos Pais e alunos, uma ação abrangente e direcionada a formação geral de uma sociedade melhor.

Grande Abraço,

Múcio Morais

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SISTEMA PDCA NA GESTÃO ESCOLAR - INTEGRANDO METAS E PROCESSOS

  Uma organização pode ser entendida como um grande processo, e dentro dela encontram-se diversos subprocessos. Desta forma, o bom gerenciam...